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O diabetes tipo 2 pode ser diagnosticado em qualquer idade, mas é mais comum em adultos, obesos, vida sedentária e história familiar de diabetes.

Ocorre pela menor produção de insulina, mas também pela resistência do organismo à sua ação. Pode ser tratado com medicamentos na forma de comprimidos, injetáveis e/ou insulina.

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E quando for necessário tomar outros medicamentos?

Identificação

Seja por um outro diagnóstico, como hipertensão arterial e/ou colesterol elevado, ou por uma gripe ou dor nas costas existirão momentos em que será necessário tomar outros medicamentos.

O que fazer?

Sempre informar o médico se tiver diabetes. Perguntar se existe a possibilidade da nova medicação alterar os valores das glicemias.

Como fazer?

Nunca tomar medicações por conta própria, sem orientação médica.

Atenção!

Os corticóides são medicamentos que podem aumentar a glicemia. Não são proibidos para pacientes com diabetes, mas na maioria das vezes será necessário ajustar as doses de insulina ou dos outros medicamentos para diabetes durante o seu uso!

Quem tem diabetes pode praticar qualquer atividade física?

Identificação

A prática de atividade física é essencial para o controle adequado do diabetes.

O que fazer/como fazer?

De modo geral, as pessoas que estão com glicemias abai - xo de 300mg/dL terão benefício da atividade física, com melhora do controle glicêmico. Aquelas com glicemias acima de 300mg/dL poderão ter aumento de suas glicemias durante a prática. Assim, deve-se evitar a atividade física quando as glicemias estiverem muito elevadas.

Atenção!

  1. Checar a glicemia antes da atividade física, principalmente se usar insulina. É necessário ter segurança durante a prática.
  2. Se a atividade física for prolongada, comer um “lanche” com carboidratos para evitar a queda da glicemia. Em algumas situações, será necessário adequar a dose de insulina antes e/ ou após a atividade física.
  3. A presença de retinopatia proliferativa pode contraindicar alguns tipos de atividade física.
  4. Na presença de neuropatia diabética é importante definir qual a atividade física mais apropriada e o calçado mais adequado.

Como examinar os pés?

Identificação

Calos nos pés, feridas, frieiras ou infecção são mais comuns em quem tem diabetes, principalmente quando se passaram mais de 10 anos do diagnóstico.

O que fazer/como fazer?

  1. Examinar os pés, cuidadosamente, uma vez ao dia;
  2. Se necessário, utilizar um espelho para observar a sola do pé;
  3. Se a visão não for boa, pedir para alguém ajudar.
  4. Sempre checar entre os dedos dos pés.

Atenção!

Se perceber formigamento ou alteração da sensibilidade nos pés:

  1. Nunca usar calçados apertados;
  2. Checar se não existe nenhuma irregularidade na sola ou palmilha do calçado;
  3. Sempre colocar a mão dentro do calçado para checar se não existe qualquer objeto onde o pé será calçado;
  4. Nunca andar de pés descalços tanto dentro quanto fora de casa.

E se tiver feridas nos pés?

Identificação

Sempre valorizar qualquer ferida no pé, mesmo que muito pequena.

O que fazer/como fazer?

  1. Lavar bem a ferida (com água e sabão);
  2. Secar com uma toalha limpa (não esquecer de secar bem entre os dedos);
  3. Proteger a ferida com gaze esterilizada e seca;
  4. Tentar não apoiar o peso do corpo sobre a perna com a ferida e sempre que possível manter esta perna elevada;
  5. CONSULTAR UM MÉDICO.

Atenção!

Nunca subestimar um ferimento no pé. É melhor pecar pelo excesso.

Quem tem diabetes pode beber bebida alcoólica?

Identificação

A bebida alcoólica deve sempre ser consumida com moderação, independente de ter ou não diabetes. As bebi - das alcoólicas podem causar hiperglicemia e com o passar das horas podem causar hipoglicemia.

O que fazer/como fazer?

Se for beber que seja com moderação.

Atenção!

  1. A cerveja tem um potencial de aumento de glicemia maior que as bebidas destiladas. Atenção ao excesso de comida combinado com a cerveja. Em caso de destilados, nunca beber de “estômago vazio”.
  2. O uso de insulinas e alguns medicamentos (como, gli - benclamida, glimepirida, gliclazida e nateglinida) junta - mente com o álcool podem facilitar a ocorrência de hipo - glicemias.
  3. É muito importante discutir esse assunto com o médico e se ainda assim decidir por beber, planejar bem esses momentos.

O calendário de vacinação é diferente para quem tem diabetes?

Identificação

O calendário de vacinação para quem tem diabetes – criança, adolescente ou adulto – é semelhante ao calendário das pessoas sem diabetes, com o acréscimo das vacinas anti-influenza (“da gripe”) anual, pneumocócica (contra pneumonia e meningite) e contra o Herpes Zóster (“cobreiro”). As duas últimas são recomendadas para maiores de 50 anos de idade.

O que fazer/como fazer?

É importante checar se a carteirinha de vacinação está “em dia”. O médico ou o Posto de Saúde (ou a Clínica de Vacinas) podem fazer isso!

Atenção!

Pneumonia é a principal causa de morte prevenível pela vacinação em pacientes com diabetes!

E se for necessário "fazer" uma cirurgia?

Identificação

Cirurgias com data marcada devem ser adiadas até que o controle glicêmico esteja adequado. Cirurgias de urgência não poderão ser adiadas e pode haver dificuldade da cicatrização.

O que fazer/como fazer?

Se cirurgia marcada:

  1. Checar com o médico se há necessidade de mudança da dose de insulina (e de outros medicamentos) no dia anterior à cirurgia;
  2. Parar a metformina 48 horas antes e recomeçar o uso 48 horas depois da cirurgia;
  3. Durante a cirurgia e a internação é importante que a glicemia esteja entre 140-180mg/dL;
  4. Se for preciso fazer jejum, monitorar as glicemias com mais frequência.

Atenção!

Planejamento e bom controle das glicemias são a chave do sucesso para uma boa cirurgia!

E se for preciso ir ao dentista?

Identificação

Tratamentos dentários como: obturações, extrações, cirurgias ou tratamentos na gengiva causam angústia nos pacientes com diabetes, seus familiares e até mesmo nos dentistas.

O que fazer/como fazer?

  1. Sempre avisar o dentista a respeito do diagnóstico de diabetes;
  2. Antes de qualquer tratamento é necessário ter um bom controle glicêmico. Isso irá facilitar a cicatrização, principalmente se o procedimento for invasivo.

Atenção!

As gengivites (infecções de gengiva) são mais frequentes em pacientes com controle glicêmico inadequado. Infecções dentárias, como qualquer outra infecção, podem causar aumento das glicemias.

Quem tem diabetes pode doar sangue?

Identificação

A doação de sangue pode salvar vidas.

O que fazer/como fazer?

Para DOAR SANGUE tendo o diagnóstico de diabetes é necessário preencher todos os ítens abaixo:

  1. Ter um bom controle glicêmico;
  2. Não ter complicações oculares, renais, neurológicas e cardíacas graves e
  3. Não utilizar insulina.

Atenção!

Se cumprir todo os ítens acima e ainda não puder ser doador, isso já iria acontecer mesmo sem o diabetes.

E se ocorrer perda súbita de visão?

Identificação

A perda de visão de forma súbita, de uma hora para outra, pode acontecer em pessoas com retinopatia diabética - a complicação no olho do diabetes. Aparece na forma de borramento visual, que lembra uma névoa caindo na frente do olho.

O que fazer/como fazer?

Procurar imediatamente um oftalmologista, de preferência, especialista em retina. Existem cirurgias, laser, injeções que conseguem impedir e/ou recuperar a perda da visão.

Atenção!

Nem toda retinopatia diabética traz risco de perda súbita de visão.

Os glicosímetros mais modernos usam pequenas quantidades de sangue em suas tiras. É importante checar se as tiras não estão vencidas e se o glicosímetro precisa ser calibrado a cada troca de frasco de tiras. Esse frasco deve ser usado em até 90 dias. Testar se a leitura do glicosímetro está correta, no mínimo, a cada 6 meses. Isso pode ser feito com líquido de calibração, que pode ser obtido em farmácias especializadas em produtos para diabetes ou com os fabricantes. Outra maneira de testar o glicosímetro é verificar a glicemia em exame de laboratório e ao mesmo tempo no aparelho. A glicemia no glicosímetro não deve ser mais que 10% diferente da obtida no laboratório.

Apesar dessa tecnologia facilitar o dia-a-dia e reduzir o número de glicemias capilares, pode haver diferença nos valores de glicose nos momentos de grande variação glicêmica: hipoglicemias e hiperglicemias importantes.