Insulinas em cápsulas - ORAMED

eficiente para o tratamento de estágios iniciais do diabetes mellitus tipo 2, nos quais ainda estão funcionantes muitas das células do pâncreas responsáveis pela produção de insulina e, portanto, há ainda, a produção deste hormônio. Com a administração de insulina de fontes externas por meio das cápsulas, há uma redução da exigência de produção de insulina pelas células pancreáticas permitindo uma maior sobrevivência destas.

Já o diabetes mellitus tipo 1, o diabetes mellitus tipo 1 corresponde a uma doença autoimune, ou seja, o sistema imunológico, responsável pela defesa do organismo, enxerga as células do pâncreas responsáveis pela produção de insulina como um inimigo externo e passa a atacá-las e destruí-las. Com isso, o indivíduo deixa de produzir o hormônio e, a partir de então, necessita receber diariamente doses de insulina de fonte externa para garantir que as funções deste hormônio sejam cumpridas.

Atualmente, a forma mais comum de insulina é a injetável. E, neste aspecto, reside uma das grandes dificuldades do tratamento, pois o diabético precisa, por várias vezes ao dia, injetar-se insulina. Neste sentido, os novos estudos promovidos pela Oramed podem representar grandes avanços no tratamento desses indivíduos.

A insulina oral será administrada em cápsulas antes das refeições e se mostrou como forma segura e bem tolerada pelos indivíduos que participaram dos primeiros testes com esta nova forma de insulina. Assim, elas substituem as insulinas injetáveis antes das refeições permitindo o paciente fazer menos aplicações de insulina por dia, facilitando a adesão ao tratamento.

Já o diabetes mellitus tipo 1, corresponde a uma doença autoimune, ou seja, o sistema imunológico, responsável pela defesa do organismo, enxerga as células do pâncreas responsáveis pela produção de insulina como um inimigo externo e passa a atacá-las e destruí-las. Com isso, o indivíduo deixa de produzir o hormônio e, a partir de então, necessita receber diariamente doses de insulina de fonte externa para garantir que as funções deste hormônio sejam cumpridas.

Aline de Fátima Dias - Estudante de Medicina

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Insulina Humana

A insulina humana (NPH e Regular) utilizada no tratamento de diabetes atualmente é desenvolvida em laboratório, a partir da tecnologia de DNA recombinante. A insulina chamada de ‘regular’ é idêntica à humana na sua estrutura. Já a NPH é associada a duas substâncias (protamina e o zinco) que promovem um efeito mais prolongado.

Análogo de Insulina

Um análogo de insulina é uma forma alterada de insulina, diferente de qualquer que ocorrem na natureza, mas ainda está disponível para o corpo humano para executar a mesma acção de insulina humana em termos de controle glicêmico.

Canetas Descartáveis

As canetas descartáveis, já vem carregadas com insulina e ao terminar seu uso são dispensadas e pega-se uma nova caneta, dispensa portanto a troca de refis, tornando o uso ainda mais simples.

Canetas Reutilizáveis

As canetas podem ser reutilizáveis, e que se compra o refil de 3 mL de insulina para se carregar na caneta. Neste caso é importante observar que as canetas são específicas para cada fabricante de refil.