A primeira bomba de insulina ‘portátil’

Dr. Arnold Kadish, de Los Angeles, é um nome especialmente importante no tratamento do diabetes. Ele pode ser considerado o pioneiro no desenvolvimento de uma bomba de insulina portátil no início dos anos de 1960 (imagem à direita).

Apesar de grande, desconfortável e pesada, a bomba era carregada nas costas e aplicava a insulina de maneira automática.

Foi só no final da década de 70 que a primeira bomba de insulina passou a ser comercializada, gerando grande entusiasmo no meio médico. Os resultados, porém, foram quase sempre decepcionantes, com bombas nada discretas, de difícil uso e com constantes erros nos mecanismos de funcionamento. Seu uso ficou restrito a casos mais complicados e de difícil controle.


O grande avanço surgiu mesmo durante os anos 90, com uma redução drástica no tamanho dos aparelhos, ficando semelhantes aos demais portáteis da época, como walkman e pagers.

Atualmente, as bombas são completamente portáteis, com capacidade de memória, cálculos e agendamento das operações. E cada vez mais investem-se em bombas que funcionem de maneira wireless (sem fio), passando a informação da dosagem de insulina a um receptor acoplado no paciente.

Por Antonio Carlos G. Barros Jr com supervisão de Dr. Walter Minicucci

Fale Conosco

Entrada Inválida
Entrada Inválida
Entrada Inválida
Entrada Inválida
Entrada Inválida

Av. José Bonifácio, 1901 - Jardim das Paineiras - Campinas - SP,13092-305,Brasil

Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

O que você procura?

Insulina Humana

A insulina humana (NPH e Regular) utilizada no tratamento de diabetes atualmente é desenvolvida em laboratório, a partir da tecnologia de DNA recombinante. A insulina chamada de ‘regular’ é idêntica à humana na sua estrutura. Já a NPH é associada a duas substâncias (protamina e o zinco) que promovem um efeito mais prolongado.

Análogo de Insulina

Um análogo de insulina é uma forma alterada de insulina, diferente de qualquer que ocorrem na natureza, mas ainda está disponível para o corpo humano para executar a mesma acção de insulina humana em termos de controle glicêmico.

Canetas Descartáveis

As canetas descartáveis, já vem carregadas com insulina e ao terminar seu uso são dispensadas e pega-se uma nova caneta, dispensa portanto a troca de refis, tornando o uso ainda mais simples.

Canetas Reutilizáveis

As canetas podem ser reutilizáveis, e que se compra o refil de 3 mL de insulina para se carregar na caneta. Neste caso é importante observar que as canetas são específicas para cada fabricante de refil.